FICHA TÉCNICA:
Nome Original: Denno Keisatsu Cybercop
Nome do Brasil: Cybercop – Os Policiais do Futuro
Gênero: Tokusatsu
Ano: 1988 / 1989
Criadores: Toho
Número de Temporadas: 01
Número de Episódios: 36
Duração: 25 minutos por episódio
País de Produção: Japão
RESENHA (SEM SPOILERS):
No ano de 1999, Tóquio está dominada pelo crime.
A Polícia Metropolitana cria uma força especial chamada ZAC
(Zero‑Section Armed Constable).
Os agentes dessa unidade recebem armaduras tecnológicas,
chamadas Bit Suits, codificadas como Marte, Saturno, Mercúrio.
No primeiro episódio, o enigmático Shinya Takeda
aparece com a armadura Júpiter,
derrotando um alvo e, em seguida, se une ao ZAC.
Juntos, os Cybercops enfrentam a organização criminosa Destrap,
liderada pelo Barão Kageyama,
que pretende usar inteligência computacional
para dominar o mundo.
Cybercop foi exibido no Brasil pela primeira vez na TV Manchete,
nos anos 90, e se tornou um dos tokusatsus mais queridos,
mesmo com poucos episódios.
A série tem personagens carismáticos como os vilões:
Professor Einstein, Madame Durwin e Doutor Ploid,
Luna, Rainha das Bestas, o Barão Kageyama e Führer.
Também tinha o Anti-herói, Lúcifer
que começou Inicialmente como aliado da Destrap,
e depois se torna um aliado dos Cybercops.
Cybercop tem uma abertura e um encerramento muito marcante.
Seu tema de encerramento mostrava os membros do Cybercop
em suas versões civis, tocando como uma banda
a música “Shooting Star”e a Tomoko assumindo os vocais.
A música tinha um tom melódico e envolvente,
com uma pegada que contrasta com a ação da série.
Apesar do sucesso, Cybercop não teve sequência
e nem filmes derivados, tornando-se uma série cult
com status de “pérola única” lembrada até hoje.
Confira!
Texto escrito ao som de Asu e no Sakebi – Cyber Heart por Hiroshi Nishikawa (abertura)
NOTAS E CURIOSIDADES:
Diferente de outros tokusatsus como Jaspion ou Changeman,
Cybercop foi produzido pela Toho, conhecida por filmes de Godzilla.
Era a tentativas da Toho de entrar no universo dos heróis metálicos.
A série tinha um tom mais sério e temas mais adultos,
como conspirações, bioengenharia e terrorismo tecnológico,
um diferencial entre os tokusatsus da época.
A equipe de heróis têm codinomes baseados em planetas:
Júpiter (Shinya Takeda) – o líder forte e justo.
Marte (Akira Hojo) – rebelde e impetuoso.
Saturno (Ryoichi Mori) – calmo e inteligente.
Mercúrio (Osamu Saionji) – o novato e brincalhão.
E mesmo sem usar uma armadura com codiname de planeta,
tinha a Tomoko Uesugi, a única mulher da equipe,
e atuava como operadora no suporte dos colegas.
Na série, a personagem Tomoko Uesugi
nunca chegou a vestir uma armadura cyber no universo da TV.
Segundo o roteiro, a produção não teve recursos suficientes
para construir uma quinta armadura,
a destinada a Tomoko com codinome “Vênus”.
No episódio intitulado “A Revolta de Tomoko”,
é explicado que os custos eram extremamente altos
(equivalentes a “10 aviões de guerra” para cada unidade),
motivo pelo qual ela ficou sem armadura.
No entanto, em publicações derivadas,
como o mangá japonês de Cybercops
e as histórias em quadrinhos da revista brasileira Heróis da TV,
Tomoko já recebeu a Unidade Vênus e até uma Cyber-Arm,
com um disparador de ondas de choque.
SFC – Onde quase todo dia é Sexta-feira!
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