20 de janeiro de 2026

“VOCÊ JA VIU UM CONTO DE FADAS… SEM FADAS?” – ERA UMA VEZ UM DEADPOOL

FICHA TÉCNICA:

Nome Original: Once Upon a Deadpool
Nome do Brasil: Era Uma Vez Um Deadpool
Gênero: Ação / Comédia / Super-herói
Ano: 2018
Duração: 1h 58min
Direção: David Leitch
Roteiro: Rhett Reese / Paul Wernick / Ryan Reynolds
Elenco Principal: Ryan Reynolds / Fred Savage / Josh Brolin / Zazie Beetz /
Julian Dennison / Morena Baccarin / T.J. Miller / Brianna Hildebrand
País de Produção: Estados Unidos

RESENHA (SEM SPOILERS):

Determinado a provar que “Deadpool 2”
é um filme para toda a família,
Wade Wilson limpa todos os palavrões e sangue da narrativa
e sequestra o ator e diretor Fred Savage
para reencenar A Princesa Prometida.
Sem poder se desvencilhar das amarras,
Savage é obrigado a ouvir o “conto de fadas”
do Mercenário Tagarela,
incluindo sua luta com Cable e a formação da X-Force.
Essa versão “para toda a família”
foi criada para ser mais acessível a um público jovem
e, ao mesmo tempo, manter o estilo irreverente do personagem.
Imperdível!

Texto realizado ao som de A-ha – Take On Me (MTV Unplugged version).

NOTAS E CURIOSIDADES:

Antecedido por Deadpool (2016)
e seguido por Deadpool & Wolverine (2024).

Homenagem a “A Princesa Prometida”
Deadpool “sequestra” Fred Savage (ator de Anos Incríveis)
e recria o cenário do quarto de A Princesa Prometida,
onde Savage originalmente interpretava um garoto ouvindo histórias.
Essa ideia foi usada como moldura narrativa do filme.

Cenas inéditas com Fred Savage gravadas para essa versão,
e que não estavam no original, elas adicionam piadas novas
sobre os próprios filmes da Marvel e da Fox.

Além de cortar cenas violentas e palavrões,
o filme inclui novas piadas para substituir trechos pesados.
Deadpool ainda consegue tirar sarro da censura,
“de maneira muito Deadpool”.

Foi lançado nos EUA por tempo limitado em dezembro de 2018,
com parte da bilheteria revertida para instituições de caridade.
Ryan Reynolds só topou fazer o filme com se uma parte
fosse doada para a fundação “Fudge Cancer”
(anteriormente chamada “Fuck Cancer”).

Não é apenas para lucrar…
Embora tenha sido lançado próximo ao Natal (época lucrativa),
o foco foi alcançar novos públicos e testar a aceitação de Deadpool
em classificações mais leves, o que também interessava à Disney,
que havia adquirido a Fox.

Deadpool zoa a Disney e a Marvel:
Em uma das cenas, ele brinca com a aquisição da Fox pela Disney
e com os limites criativos da Marvel, usando o estilo
“quebra da quarta parede” típico do personagem.

SFC – Onde quase todo dia é Sexta-feira!