20 de setembro de 2026

“LUTAREI ENQUANTO EXISTIR O AMOR…” – PATRINE

FICHA TÉCNICA:

Nome Original: Bishoujo Kamen Poitrine
Nome do Brasil: Patrine
Gênero: Tokusatsu
Ano: 1990 / 1991 (No Brasil passou em 1994)
Criadores: Toei Company
Número de Temporadas: 01
Número de Episódios: 52
Duração: 25 minutos por episódio
País de Produção: Japão

RESENHA (SEM SPOILERS):

A série acompanha Sayuri Nakami,
uma jovem que recebe poderes especiais
e se transforma em Patrine,
uma heroína encarregada de combater monstros,
ameaças sobrenaturais e situações cada vez mais estranhas,
enquanto tenta conciliar sua vida comum
com a responsabilidade de proteger o mundo.
Com efeitos simples, mas criativos, vilões extravagantes
e uma protagonista cheia de personalidade,
Patrine conquista principalmente pelo seu charme
e clima divertido dos anos 90.
O mais interessante é que Patrine não vive apenas de batalhas.
Os episódios trabalham bastante com temas sobre família,
amizade, amadurecimento e responsabilidade.
No Brasil, a série também ficou marcada pela dublagem
e pela nostalgia de quem acompanhou suas aventuras na TV Manchete.
Confira!

Texto escrito ao som de Sayuri Saitō – 17 no Koro (abertura)

NOTAS E CURIOSIDADES:

No Japão, a série se chama Bishoujo Kamen Poitrine.
O título pode ser entendido aproximadamente
como algo ligado a uma “bela jovem mascarada”,
reforçando o conceito de uma heroína feminina misteriosa.

A série fazia parte da famosa Fushigi Comedy Series
(Série de Comédia Fantástica), produzida pela Toei.
Foram 14 produções exibidas ao longo de aproximadamente 12 anos,
e Patrine é considerada uma das mais populares de toda a linha.

A voz brasileira de Sayuri/Patrine foi feita por Marli Bortoletto.
Um detalhe curioso é que ela também deu voz
a outro enorme ícone das heroínas japonesas no Brasil:
Serena/Sailor Moon, na primeira temporada do anime clássico.

A produção não queria simplesmente uma abertura tradicional
cheia de guitarras e gritos heroicos.
A ordem dada ao compositor Yūsuke Honma era criar algo
com uma sonoridade mais próxima do pop sofisticado japonês.
Isso explica por que “17 no Koro” tem um estilo bastante diferente
das aberturas clássicas de Metal-Hero e um Super Sentai.

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