FICHA TÉCNICA:
Nome Original: Tenkū Senki Shurato
Nome do Brasil: Shurato
Gênero: Animação / Aventura / Fantasia / Mitologia
Ano: 1989 / 1990
Número de Temporadas: 01
Número de Episódios: 38 + 06 OVAS
Duração: 22 minutos por episódio
País de produção: Japão
O QUE É ESSE TAL DE SHURATO?
Shurato é uma série de anime para TV
produzida pela Tatsunoko Productions,
posteriormente adaptada para mangá
por Hiroshi Kawamoto.
O anime foi exibido na Rede Manchete,
junto com Cavaleiros do Zodíaco.
Também foi exibido na Rede TV, na Rede Brasil
e na TV Diário (canal fechado).
RESENHA (SEM SPOILERS):
O anime Shurato acompanha a história
dos melhores amigos Gai Kuroki e Shurato Hidaka,
que apesar de serem muito diferentes,
possuem uma amizade de longa data.
Um dia, inesperadamente,
são transmigrados para uma nova dimensão,
conhecida como o Mundo Celestial.
onde a tecnologia moderna não existe
e as pessoas dependem de seus Sohma,
uma forma de energia espiritual.
Logo, Shurato descobre que é a reencarnação
de um antigo rei de mesmo nome,
que já governou este mundo,
e um dos oito guardiões divinos do Mundo Celestial
com grandes quantidades de Sohma,
e foi trazido com Gai para lutar
contra uma legião de guerreiros destrutivos.
No entanto, por razões desconhecidas,
Gai se revolta, e tenta matar Shurato.
Para piorar, Shurato é o principal suspeito
na morte de uma divindade poderosa
e líder do povo do Mundo Celestial.
Shurato é um excelente anime, nostálgico e divertido,
ele tem como base as mitologias budista e hinduísta.
Tem um roteiro bem interessante cheio de reviravoltas,
muitas cenas de ação e personagens cativantes.
O anime lembra muito outro clássico da Rede Manchete:
Os Cavaleiros do Zodíaco… por vários aspectos:
Pelo uso de armaduras, uma equipe de heróis,
ter como base a mitologia de alguma cultura etc…
Porém ele consegue criar sua própria identidade,
e hoje tem uma legião de fãs.
Imperdível!
Texto escrito ao som de Shining Soul – Graça Cunha (Abertura)
NOTAS E CURIOSIDADES:
Os primeiros temas de abertura e encerramento
foram compostos pela cantora Graça Cunha.
Sua segunda versão nunca teve tradução.
O tema de abertura Shining Soul ganhou regravação
cantada por Ricardo Cruz e Larissa Tassi,
mas a série nunca ganhou ou teve sua redublagem.
Lakshu, Reiga, Hyūga, Renge, Kūya
tiveram seus nomes adaptados.
O Shakti Brahma que Gai e Shurato usariam na fase 2
também teve seu nome adaptado para evitar confusões
com a cerveja de mesmo nome.
Devido a constantes falhas na dublagem,
alguns pedaços dos episódios nunca foram dublados,
sendo a série passando com cortes na Manchete,
já TV Diário e a Rede Brasil episódios inteiros
tendo com áudio original passados.
O termo Rei Karla, adaptado para Leiga,
Karla é dado como nome de mulher,
Nirihari faz uma piadinha com Leiga pelo seu tom afeminado,
trocadilho da dublagem, sem referência ao nome Karla,
por ser nome de mulher.
As exibições da série na Rede Brasil e na TV Diário
não têm procedência de aquisição confirmada,
podendo terem sido exibições ilegais.
SFC – Onde quase todo dia é Sexta-feira!
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